meu doce é ácido
sábado, 1 de março de 2014
sinta
teu dedo na minha ferida
a roupa puída
a pele vencida
a meia cerzida
a vida
a chave que dá a partida
a carne moída
a casa varrida
a alma perdida
a lida
de alguém
em qualquer despedida
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